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	<title>Atletas de Cristo</title>
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	<description>SIte Oficial do Ministério Atletas de Cristo</description>
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		<title>Como fazer um torneio como a Premier League?</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 11:53:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Começou na última semana a Premier League, primeira divisão do Campeonato Inglês de futebol. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --><em><span style="font-family: Arial,serif;"><span style="font-size: x-small;">Negócios do Esporte</span></span></em></p>
<p><em><span style="font-family: Arial,serif;"><span style="font-size: x-small;">Erich Beting</span></span></em></p>
<p><span style="font-family: Arial,serif;"><span style="font-size: x-small;"><a rel="attachment wp-att-427" href="http://www.atletasdecristo.org/site/?attachment_id=427"><img class="alignleft size-medium wp-image-427 colorbox-413" title="premier" src="http://www.atletasdecristo.org/site/wp-content/uploads/2010/08/premier-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>Começou  na última semana a Premier League, primeira divisão do Campeonato  Inglês de futebol. Os dez jogos da primeira rodada levaram 362.677  torcedores aos estádios, uma média de 36.267 pessoas por partida. Mais  impressionante, porém, foi a taxa de ocupação das arenas. Em média 89,6%  dos assentos dos estádios estavam ocupados. Ou seja, pouco mais de 10%  dos lugares vazios em dez partidas.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,serif;"><span style="font-size: x-small;">Em  8 de maio, o Campeonato Brasileiro assistiu à rodada de abertura.  Foram, em dez jogos, 113.168 torcedores nos estádios. A média de 11.316  torcedores por partida. Mais impressionante, porém, foi a taxa de  ocupação das arenas: apenas 23,2% dos assentos no estádio estavam  ocupados, ou quase 80% de lugares vazios!!!</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,serif;"><span style="font-size: x-small;">Mas  o que explica tamanha diferença? Não é só poder aquisitivo das  populações, ou então o horário de início dos jogos. Há muito mais do que  isso. A começar pelo calendário dos dois eventos. O Brasileirão começou  em maio, em meio a fases decisivas de Copas do Brasil e Libertadores.  Com isso, alguns clubes entraram com jogadores reservas, para preservar  as demais competições.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,serif;"><span style="font-size: x-small;">Além  disso, está a óbvia diferença de cultura em se promover o jogo de  futebol no estádio. Ir a uma partida num estádio na Inglaterra é um  programa. No Brasil, uma aventura. Por aqui, na maioria das vezes o  torcedor é tratado como um mero gado, pronto para ir ao abate. Por lá,  ele é o rei que coloca dinheiro dentro do clube. A polícia, aqui, trata  todo torcedor como bandido em potencial. Lá, existe um setor  especializado em tratar com os torcedores, em geral tão ou mais  violentos do que os brasileiros.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,serif;"><span style="font-size: x-small;">A  economia nacional tem ajudado a encher mais os estádios. Como visto,  ainda muito abaixo do potencial que existe de consumo. Mas será que esse  modelo de tratar o torcedor como mero apêndice do esporte aguenta em  momentos de crise? O poder aquisitivo do inglês caiu, e muito, nos  últimos dois anos. E a ida de torcedores aos estádios segue em alta.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,serif;"><span style="font-size: x-small;">O  primeiro passo para se fazer um campeonato parecido com o Inglês é  passar a pensar em conjunto para melhorar o produto futebol. Algo que os  ingleses precisaram fazer no final dos anos 80. Por aqui, a liga sequer  pensa em dar liga. Encher estádios ainda é algo muito distante de nossa  realidade&#8230;</span></span></p>
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		<title>O impacto do esporte na Economia</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 11:52:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O esporte já representa uma parcela expressiva do PIB de vários países, e com impacto cada vez maior nos indicadores econômicos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>www.exame.com</em></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --><em><span style="font-family: Arial,serif;"><span style="font-size: x-small;">Ricardo Araujo</span></span></em></p>
<p><span style="font-family: Arial,serif;"><span style="font-size: x-small;"><a rel="attachment wp-att-424" href="http://www.atletasdecristo.org/site/?attachment_id=424"><img class="alignleft size-medium wp-image-424 colorbox-411" title="economia" src="http://www.atletasdecristo.org/site/wp-content/uploads/2010/08/economia-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>O esporte já representa uma parcela expressiva do PIB de vários países, e com impacto cada vez maior nos indicadores econômicos.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,serif;"><span style="font-size: x-small;">A seguir apresento alguns dados de um estudo da Sheffield Hallam University da Inglaterra, com alguns números que tornam mais concreta a percepção da importância do esporte, futebol incluso, nas Economias, e que servem também para algumas reflexões pertinentes sobre o conceito de “prioridade” na agenda interna de um país.<br />
Acaba de ser divulgada uma pesquisa da Folha de SP, com dados interessantes. Por exemplo, 57% dos entrevistados se dizem contra o investimento público nas “arenas da Copa 2014″. E vou ficar apenas com esse dado pois o objetivo deste post não é a análise da pesquisa.<br />
Eu já escrevi sobre isso. Percebo que é cada vez mais perceptível aos olhos da população um ranço em relação a mega eventos como Copa Fifa e Olimpíadas. E na opinião de boa parte das pessoas com quem converso, argumentam que Copa e Olimpíada não são prioridades para o país, e que os recursos públicos devem ser direcionados para as “reais” prioridades, saúde e educação, as de sempre.<br />
Sobre a pergunta da pesquisa, cabem dois comentários. Devemos considerar em primeiro lugar, que todo investimento público deve observar algumas premissas, entre elas o efeito multiplicador que o mesmo terá na Economia do país. Investir num equipamento esportivo sustentável que tenha o poder de revitalizar determinadas áreas urbanas, que promova a geração de riquezas e emprego, e que contribua de alguma forma para a iniciação e prática desportiva da população, é um bom exemplo. Se isso não é prioridade, o que seria ? Isso também é investir em saúde. O outro ponto da pergunta é a questão “arenas da Copa”. Ora, não podem e não devem ser vistas como tal. Estamos falando de reestruturar nossa infra esportiva, que servirão para tudo aquilo que citamos antes para um ciclo de pelo menos 40 anos. Não são “arenas da Copa”. São arenas esportivas. Ponto. A palavra chave é sustentabilidade. Colocar recursos públicos em elefantes brancos é uma coisa (e porisso critico a escolha de determinadas sedes e projetos), mas não precisa ser assim. Infelizmente, os maus exemplos causam um efeito devastador na opinião pública.<br />
E qual a conexão entre a pesquisa da Folha e o estudo da Universidade inglesa ?<br />
Vamos a ele.<br />
Algumas conclusões são notáveis. O esporte ocupa hoje um papel na Economia inglesa sem paralelo nos últimos 25 anos.<br />
2,3 % de todo o consumo da ilha, está ligado aos esportes, que emprega 1,8% de toda a mão de obra, num total de 441.000 trabalhadores.<br />
O PIB esportivo, que em 1985 se situava em £ 3,3 bilhões, saltou para £ 17,3 bilhões no período 2008/09, um salto superior a 500%.<br />
O futebol é responsável por grande parte desse resultado, mas os demais esportes tem contribuído decididamente para que a Economia esportiva cresça mais que proporcionalmente em relação aos demais setores.<br />
Os crescentes valores alcançados pela aquisição de direitos de mídia da Premier League, tem sido o maior responsável pela contribuição do futebol.<br />
Apesar da região de Londres contribuir com a maior parte do resultado nominal, em termos “per capita”, a região de East England possui o maior consumo, com £ 404 anuais em média.<br />
Não existem estudos recentes confiáveis sobre Economia do Esporte no Brasil, mas algumas projeções antigas estimam algo entre 1,5 e 2% do PIB a participação do setor esportivo. Nos EUA, já estaria beirando os 3%.<br />
O próximo estudo relativo ao período 2009/10 que se encerrará em outubro próximo, bem como os dos períodos pré Olimpíadas, deverão apresentar resultados mais expressivos ainda.<br />
Depois desses dados, será que alguem ainda acha que esporte, além de todos os benefícios de saúde e inclusão social, não é prioritário para algum país ?</span></span></p>
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		<title>Cláusula Penal e Multa Rescisória no Contrato de Trabalho Desportivo</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 11:50:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cláusula penal, também chamada de cláusula indenizatória desportiva, é um assunto que tem sido muito discutido no meio desportivo, principalmente diante de situações de rescisão contratual de trabalho profissional no futebol. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="font-family: Arial,serif;"><span style="font-size: x-small;"><a rel="attachment wp-att-419" href="http://www.atletasdecristo.org/site/?attachment_id=419"><img class="alignleft size-full wp-image-419 colorbox-407" title="contato" src="http://www.atletasdecristo.org/site/wp-content/uploads/2010/08/contato.jpg" alt="" width="250" height="165" /></a>Portal Educação Física</span></span></em></p>
<p><em><span style="font-family: Arial,serif;"><span style="font-size: x-small;">Rubem B. Konig</span></span></em></p>
<p><span style="font-family: Arial,serif;"><span style="font-size: x-small;">A cláusula penal, também chamada de cláusula indenizatória desportiva, é um assunto que tem sido muito discutido no meio desportivo, principalmente diante de situações de rescisão contratual de trabalho profissional no futebol. Esta cláusula consta disposta no caput do art. 28 da Lei 9.615/98 (conhecida lei Pelé), que prevê: “A atividade do atleta profissional, de todas as modalidades desportivas, é caracterizada por remuneração pactuada em contrato formal de trabalho firmado com entidade de prática desportiva, pessoa jurídica de direito privado, que deverá conter, obrigatoriamente, cláusula penal para as hipóteses de descumprimento, rompimento ou rescisão unilateral.”</span></span></p>
<p>Anteriormente a esse regramento existia a “lei do passe” onde os atletas eram considerados patrimônio dos clubes que atuavam, somente sendo autorizadas suas transferências de um clube para outro mediante o pagamento do valor estipulado pelo “passe” do atleta. Esse foi um dos principais motivos da sua extinção, evitando com que atletas ficassem vinculados indefinidamente aos clubes e impossibilitados de exercer suas atividades desportivas, caso não fossem vendidos.</p>
<p>Entretanto, restou fixado a disposição de um limitador a referida cláusula com objetivo de inibir a rescisão antecipada do contrato, pela estipulação de quantias indenizatórias impagáveis, como podemos observar no parágrafo terceiro do art. 28, que dispõe: “O valor da cláusula penal a que se refere o caput deste artigo será livremente estabelecido pelos contratantes até o limite máximo de cem vezes o montante da remuneração anual pactuada.” Com isso o legislador busca um equilíbrio entre as partes garantindo que o atleta não abandone o clube sem uma justa compensação pelos investimentos e gastos realizados, bem como conferindo ao desportista liberdade de transferência a outra entidade de pratica desportiva, sem a necessidade do pagamento de valores exorbitantes.</p>
<p>Cabe ainda mencionar que o parágrafo quarto do art. 28, submete a cláusula penal a um redutor automático, cumulativo e progressivo na proporção de 10%, aplicável no primeiro ano de contrato cumprido, 20% no segundo, 40% no terceiro e 80% no quarto ano, considerando que o prazo de contrato máximo permitido é de cinco anos, nos termos do art. 29, caput da Lei 9.615/98.</p>
<p>Esse redutor automático e progressivo resulta na aplicação de critérios razoáveis na liquidação da cláusula penal, inibindo a constituição desproporcional a liberdade de contratar do atleta, já que seria injusto o pagamento de 100% da cláusula penal se o mesmo já tivesse cumprido dois dos cinco anos, porventura, contratados. Desta feita, a cláusula penal seria uma garantia ao clube empregador/investidor no que diz respeito ao cumprimento integral do contrato pelo praticante desportivo. Há juristas que entendem que esta cláusula também deveria ser aplicada ao clube, em benefício do atleta, caso o mesmo rescindisse antecipadamente o seu contrato.</p>
<p>A multa rescisória, conforme art. 31 da Lei 9.615/98, dispõe: “A entidade de prática desportiva empregadora que estiver com pagamento de salário de atleta profissional em atraso, no todo ou em parte, por período igual ou superior a três meses, terá o contrato de trabalho daquele atleta rescindido, ficando o atleta livre para se transferir para qualquer outra agremiação de mesma modalidade, nacional ou internacional, e exigir a multa rescisória e os haveres devidos.</p>
<p>Acrescenta o parágrafo terceiro que:  Sempre que a rescisão se operar pela aplicação do disposto no caput deste artigo, a multa rescisória a favor do atleta será conhecida pela aplicação do disposto no art. 479 da CLT. Isso caracteriza  a garantia de rescisão indireta ou de despedimento sem justa causa do vínculo trabalhista ao atleta que tiver atraso ou inadimplemento de seu salário por mais de três meses.</p>
<p>Observado o art. 479 da CLT, o clube teria que pagar o equivalente a 50% do salário restante ao cumprimento do período do contrato, estabelecido entre as partes. Enquanto alguns juristas consideram que a cláusula penal cabe para qualquer das partes (atleta ou entidade de prática desportiva) que provocarem a rescisão antecipada, a multa rescisória é de exclusiva responsabilidade do empregador.</p>
<p><span style="font-family: Arial,serif;"><span style="font-size: x-small;">Diante disto, podemos observar que tanto a cláusula penal quanto a multa rescisória buscam evitar injustiças e prejuízos consideráveis a parte que não provocou a rescisão antecipada do contrato.</span></span></p>
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		<title>Maratona de São Paulo de 2011 terá novidades</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 15:19:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A 17ª Maratona de São Paulo, a maior e melhor prova da distância do Brasil, terá novidades. Os organizadores da competição estão investindo na internacionalização da prova e trabalhando para deixar o percurso ainda mais rápido, com possíveis adequações, entre outras ações. A corrida será realizada entre o final de maio e começo de junho, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A 17ª Maratona de São Paulo, a maior e melhor prova da distância do Brasil, terá novidades. Os organizadores da competição estão investindo na internacionalização da prova e trabalhando para deixar o percurso ainda mais rápido, com possíveis adequações, entre outras ações. A corrida será realizada entre o final de maio e começo de junho, com largada na Avenida Jornalista Roberto Marinho, no Brooklin, e chegada no Ibirapuera. A data definitiva será anunciada pela organização, como de costume, no final de outubro.</p>
<p>A Maratona de São Paulo será divulgada nas feiras internacionais promovidas pelas Maratonas de Nova York, Atenas, Buenos Aires e, no ano seguinte, também na Maratona de Berlim. O objetivo é mostrar São Paulo como uma grande alternativa para os corredores estrangeiros, demonstrando os atrativos da cidade, o complexo trabalho de organização, a excelente visibilidade e a possibilidade de obtenção de boas marcas na capital paulista que tem o melhor percurso do Brasil.</p>
<p>Entre os estudos feitos para a edição de 2011, estão novas adequações no percurso, a antecipação das largadas em 30 minutos e a manutenção dos prêmios especiais para os atletas brasileiros. A meta é deixar a corrida, que já é a mais rápida da América do Sul, mais veloz ainda.</p>
<p>A Maratona de São Paulo tem o tempo mais rápido feito na América do Sul. Ele foi obtido por Vanderlei Cordeiro de Lima, com a marca de 2h11min19s, na edição de 2002. Este ano, o queniano Stanley Biwott, de apenas 23 anos, ficou a apenas 2 segundos do recorde.</p>
<p>A principal maratona do Brasil, que é a de São Paulo, têm certificações da Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF), Associação Internacional de Maratonas e Corridas de Rua (AIMS), Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) e Federação Paulista de Atletismo (FPA) para a homologações de percurso, resultados, procedimentos técnicos e principalmente de recordes (tempos mais rápidos na distância de 42.195 metros).</p>
<p>Assim como São Paulo, das maratonas brasileiras somente Porto Alegre e Curitiba obedecem 100% os critérios e as exigências da IAAF/CBAt em termos de percurso com o objetivo de serem suas marcas reconhecidas como recordes nacionais ou da área sul-americana, com base nos critérios de declividade entre largada e chegada no máximo de 1m/km (drop) e de separação entre largada e chegada no máximo de 50% da distância da prova (separation) que é a medida em porcentagem entre o ponto de largada e chegada, medido em linha reta e em escala.</p>
<p>Inscrições abertas &#8211; Além da prova de 42.195 metros, o evento terá ainda corridas de 25k e 10k e caminhada de 3k, reunindo no máximo 21 mil inscritos em todas as modalidades. A chegada da maratona e dos 10k serão próximas ao Monumento Obelisco Mausoléu ao Soldado Constitucionalista da Revolução de 1932 e Monumento ao Arquiteto Ramos de Azevedo, no Ibirapuera. A chegada dos 25k ocorrerá na Avenida Escola Politécnica (ao lado do IPT), enquanto a caminhada começará e terminará na Avenida Jornalista Roberto Marinho.</p>
<p>As inscrições para a maratona deverão ser feitas pelo site <a href="http://www.maratonadesaopaulo.com.br/">www.maratonadesaopaulo.com.br</a>. Até o dia 5 de novembro, a taxa é de R$ 50,00, passando para R$ 55,00 de 6 de novembro a 20 de fevereiro. De 21 de fevereiro a 10 de abril, a taxa será de R$ 60,00 e, se ainda sobrarem vagas, de 11 a 23 de abril, o valor passará a ser de R$ 65,00.</p>
<p>Nos 25k, os valores são os seguintes: até 20 de fevereiro, R$ 40,00; de 21 de fevereiro a 10 de abril, R$ 50,00; e de 11 a 23 de abril R$ 60,00. As inscrições para os 10K custarão R$ 40,00 até 20 de fevereiro e R$ 50,00 de 21 de fevereiro a 23 de abril, enquanto na caminhada o valor será de R$ 40,00 até 23 de abril.</p>
<p>Válida para o Ranking Yescom, para o Ranking CBAt/CAIXA de Corredores de Rua e para o Ranking da Rede Globo/Yescom, a prova é uma realização da Rede Globo, com organização da Yescom. A supervisão está a cargo da IAAF, CBAt, AIMS e FPA, com apoio especial da Prefeitura de São Paulo e do Governo de São Paulo.</p>
<p>Mais informações no site <a href="http://www.maratonadesaopaulo.com.br/">www.maratonadesaopaulo.com.br</a></p>
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		<title>A soma de todos os medos</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 15:18:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No Brasil-2014, o modelo do Fifa Court deverá se adaptar ao nosso sistema constitucional. Não o contrário]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil-2014, o modelo do Fifa Court deverá se adaptar ao nosso sistema constitucional. Não o contrário</p>
<p>Dizem que a ignorância é o que provoca o medo nas pessoas.</p>
<p>Portanto, muita ignorância pode proporcionar muito medo em muitas pessoas.</p>
<p>No filme A soma de todos os medos (2002), baseado em obra homônima do escritor Tom Clancy, Jack Ryan interpreta um analista de relações internacionais da CIA, a famosa central de inteligência dos EUA.</p>
<p>O protagonista é especialista na biografia e trajetória política do novo presidente da Rússia.</p>
<p>Nesse sentido, conhece todos os detalhes do político, que lhe permitem aconselhar o presidente americano e o Departamento de Defesa na condução do relacionamento bilateral.</p>
<p>Entretanto, uma conspiração política, provocada por espionagem e interesses de terceiros, ameaça essa estabilidade no pós-Guerra Fria.</p>
<p>Logo, essa intervenção, alheia ao conhecimento recíproco de cada um dos lados, dá lugar a uma escalada de ignorância, que só faz aumentar o medo de que retaliações já iniciadas se transformem numa guerra nuclear.</p>
<p>A certa altura, o medo é tão grande que já não importa mais racionalizar quem fez o que – ou quem começou o quê&#8230;</p>
<p>Afinal, o terror já se instalou nos tomadores de decisão dos dois países.</p>
<p>O medo da Fifa em que a África do Sul, país-sede da Copa do Mundo 2010, fosse cenário de carnificina, estupros, assaltos, sequestros, fez com que exigisse a instauração dos Fifa Court – tribunais especiais para julgar crimes ocorridos durante e vinculados ao evento.</p>
<p>Nas nove sedes, foram criados 54 tribunais especiais, em que os ritos processuais são sumários (cinco dias).</p>
<p>Poderia parecer um grande avanço diante de um sistema judiciário moroso, como costuma se afirmar no caso do próprio Brasil.</p>
<p>Entretanto, muitos direitos internacionalmente assegurados pela evolução do processo penal são turbados, como a ampla defesa, o contraditório e o devido processo legal, produção de provas, grau de recurso.</p>
<p>Obviamente que são julgados delitos menores. Mas há que se proteger os conceitos do devido processo legal e que não se jogue fora o conjunto de leis e direitos do país-sede &#8211; acima dos interesses da Fifa.</p>
<p>Em um dos tribunais, dois homens do Zimbábue, estavam sendo julgados por roubo. Mas o caso seguiria mais tarde pela falta de intérprete na instrução do processo.</p>
<p>Em 2014, o Brasil estará na pele da África do Sul.</p>
<p>O modelo do Fifa Court deverá se adaptar ao nosso sistema constitucional. Não o contrário.</p>
<p>Não se deve deixar prevalecer um ambiente kafkiano de perseguição e acusação baseado no desconhecimento, tanto de quem julga quanto de quem é julgado.</p>
<p>Porque a ignorância leva ao medo. E o medo leva ao terror.</p>
<p>Fonte: Universidade do Futebol</p>
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		<title>Senado norte-americano quer rever ‘World Cup 1994’</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 15:18:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Plano é enviar uma carta para a presidência da Fifa e disputar candidatura futura]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Plano é enviar uma carta para a presidência da Fifa e disputar candidatura futura</strong></p>
<p>Quando ainda engatinhavam no futebol, os Estados Unidos assumiram a organização da Copa do Mundo de 1994. Os frutos foram positivos, e aos poucos o esporte acabou sendo praticado por nativos, especialmente as mulheres. Com a boa campanha masculina no Mundial de 2010, na África do Sul, então, representantes governamentais do país já miram repetir o projeto da década retrasada.</p>
<p>Um grupo de senadores norte-americanos estuda a possibilidade de o país sediar a Copa ou em 2018, ou em 2022.</p>
<p>O democrata nova-iorquino Kirsten Gillibrand lidera os interessados. A intenção é mandar uma carta para o presidente da Fifa, Joseph Blatter, em favor da campanha americana.</p>
<p>“Os americanos esperam uma chance para mostrar sua paixão pelo esporte”, dizem os senadores, sob a argumentação de que os Estados Unidos têm a infraestrutura necessária para receber novamente um evento deste porte.</p>
<p>Ao menos 22 parlamentares já assinaram a carta. O Comitê Organizador dos Estados Unidos reúne celebridades como o ex-presidente Bill Clinton e o ator Brad Pitt.</p>
<p>Fonte: Universidade do Futebol</p>
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		<title>Fifa investiga presentes australianos</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 15:17:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Fifa irá investigar a Federação de Futebol da Austrália, que almeja sediar a Copa do Mundo de 2022. O órgão presenteou as esposas dos membros do comitê da entidade máxima do futebol internacional com joias, como forma de influenciar a decisão.
Outra acusação é que a associação do país teria pagado o voo da seleção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Fifa irá investigar a Federação de Futebol da Austrália, que almeja sediar a Copa do Mundo de 2022. O órgão presenteou as esposas dos membros do comitê da entidade máxima do futebol internacional com joias, como forma de influenciar a decisão.</p>
<p>Outra acusação é que a associação do país teria pagado o voo da seleção sub-20 da seleção de Trinidad e Tobago para Chipre. O ato seria mais um agrado à Fifa, dessa vez diretamente para o seu vice-presidente, Jack Warner, que é natural do país da América Central.</p>
<p>A Fifa não proíbe presentes simbólicos, mas entregas caras e de luxo, como joias, são estritamente proibidas. O presidente da Federação australiana, Ben Buckley, não negou as entregas e afirmou que o método é corriqueiro no mundo dos negócios: “A prática é comum entre os governos e as organizações de negócios e desportivas para fornecer bens simbólicos”.</p>
<p>Oficialmente, a Fifa ainda não tomou nenhuma decisão sobre o caso. Mas confirma que vai estudar o assunto para tomar medidas cabíveis.</p>
<p>A Austrália pleiteia receber a Copa do Mundo em 2018 ou 2022. No início de junho, a comitiva para o evento declarou que os esforços se centrariam na competição de 2022, assim como Qatar, Japão e Coreia do Sul. Rússia, Inglaterra, Estados Unidos e a união entre a Bélgica e a Holanda e Portugal e Espanha concorrem uma vaga em um dos dois Mundiais.</p>
<p>Fonte: Máquina do Esporte</p>
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		<title>Uefa &#8211; Onze Valores</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 15:14:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A UEFA é um organismo europeu e permanece totalmente comprometida com o modelo desportivo europeu, que se caracteriza pela promoção e despromoção, o princípio da solidariedade...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Modelo desportivo europeu e especificidade do desporto</strong><br />
A UEFA é um organismo europeu e permanece totalmente comprometida com o modelo desportivo europeu, que se caracteriza pela promoção e despromoção, o princípio da solidariedade, bem como das competições abertas e oportunidade para todos. É isto que o desporto &#8211; em especial o futebol &#8211; representa. Temos que proteger este modelo porque o desporto não é simplesmente um negócio como outro qualquer, e não podemos permitir que seja ameaçado. Vamos continuar a defender a especificidade do desporto e estamos convencidos que os nossos argumentos vão prevalecer, para bem do futebol.﻿</p>
<p><strong>Respeito</strong><br />
O respeito é um valor chave do futebol. Respeito pelo jogo, integridade, diversidade, dignidade, saúde dos jogadores, regras, árbitros, adversários e adeptos. A nossa mensagem é clara: tolerância zero para com o racismo, violência e doping. O futebol une as pessoas e ultrapassa as diferenças existentes. A cor da pele é invisível sob a camisola e, para a UEFA, vai ser sempre assim. O racismo e qualquer outra forma de discriminação nunca serão tolerados. A UEFA não vai pactuar com a violência, seja no campo ou nas bancadas. O futebol tem que dar o exemplo.</p>
<p><strong>Selecções e clubes</strong><br />
O futebol de selecções e de clubes são vitais e elementos complementares do futebol. A UEFA vai permanecer empenhada em assegurar que o equilíbrio é mantido, e se possível reforçado, já que o desenvolvimento do jogo a nível nacional, europeu e mundial depende disso.</p>
<p><strong>Equidade financeira e regularidade de competições</strong><br />
A UEFA apoia o &#8220;fair play&#8221; dentro e fora do terreno de jogo. A equidade financeira significa que os clubes operam de forma transparente e responsável, para proteger as competições desportivas e os próprios clubes. A equidade financeira serve para que os clubes não entrem numa espiral de dívidas de modo a poderem competir com os seus rivais, mas sim para que o façam com os seus próprios meios, isto é, de forma sustentável e com os recursos que geram.</p>
<p><strong>Integridade desportiva e apostas</strong><br />
As apostas são uma fonte de financiamento, mas também um risco para o futebol, especialmente para a integridade das competições. É justo que o futebol obtenha a sua quota-parte de receitas provenientes das apostas. No entanto, a nossa atenção principal deve centrar-se no empenho total em proteger a integridade desportiva e a gestão adequada das nossas competições, de modo a preservar o verdadeiro espírito do jogo.</p>
<p><strong>Protecção aos jovens e educação</strong><br />
Como organismo que gere o futebol europeu, a UEFA tem uma responsabilidade desportiva e moral. As transferências de jogadores menores acarretam inúmeros riscos. Não nos esqueçamos que jogadores menores de 18 anos são crianças ou adolescentes. Queremos proteger o futuro das crianças no futebol e impedi-las de serem levadas da sua pátria para outros países ainda muito novas.</p>
<p><strong>Futebol de formação e solidariedade</strong><br />
O Futebol assenta na formação, jogado em toda a parte por homens e mulheres; rapazes e raparigas. O futebol profissional é só a ponta do icebergue. A UEFA vai continuar a ser solidária, cada vez mais, para proteger o futuro do futebol e transmitir os benefícios alargados que o nosso desporto traz à sociedade como um todo. E é também porque a força do futebol assenta na formação que temos de preservar as identidades locais, regionais e nacionais do jogo, sempre de acordo com a lei.</p>
<p><strong>Boa governação e autonomia</strong><br />
A UEFA e as federações que dela fazem parte comprometem-se com a boa governação. Isso significa abertura, democracia, transparência e responsabilidade. Imbuída neste espírito, a UEFA defende a autonomia da estrutura do desporto, para que os órgãos que tutelam o futebol &#8211; com as federações nacionais à cabeça &#8211; sejam os elementos de decisão definitiva nos assuntos que dizem respeito à modalidade, sem que haja interferência excessiva dos governos.</p>
<p><strong>Unidade e liderança</strong><br />
A UEFA não opera de forma autoritária. Vamos continuar a mostrar uma liderança forte, mas a operar segundo um princípio de consenso. Para além das federações nacionais, vamos envolver todos os intervenientes (ligas, clubes, jogadores) no processo de decisão do futebol europeu, em particular através do Conselho Estratégico para o Futebol Profissional, para que o Comité Executivo possa tomar as decisões certas. E temos como objectivo aprofundar a relação com os adeptos do futebol, sem os quais não haveria o jogo a nível profissional.</p>
<p><strong>Estrutura piramidal e subsidiariedade</strong><br />
A nível internacional e europeu, a autonomia do desporto é reflectida pela estrutura piramidal do futebol. FIFA, UEFA e as federações nacionais trabalham de mãos dadas, enquanto respeitam o princípio de subsidiariedade. Isto permite-nos defender os interesses do futebol da melhor maneira possível.</p>
<p><strong>Futebol em primeiro lugar</strong><br />
Em tudo o que fazemos, o futebol deve vir sempre em primeiro lugar, e o elemento mais importante a ter em consideração. O futebol é um jogo, antes mesmo de ser um produto; um desporto, antes de ser um mercado; um espectáculo, antes de ser um negócio.</p>
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		<title>Hoje atleta, amanhã gestor</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 15:09:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Precisamos formar novos campeões e atletas para disputar o pódio olímpico em 2016.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Precisamos formar novos campeões e atletas para disputar o pódio olímpico em 2016. Não podemos fazer uma grandiosa festa sem medalhas brasileiras. O tempo todo se fala nisso, mas pouco se aborda da importância do atleta que está em processo de transição do final de carreira nos diversos palcos das competições.</p>
<p>As conquistas e derrotas de um atleta são ensinamentos levados para a vida toda, mas o mundo das competições não é infinito. Parar é sempre um momento da reflexão e de questionamento. O que fazer agora?</p>
<p>A transição de carreira é um processo de transformação do que éramos para o que queremos ser. É importante pensar no futuro durante o período competitivo com o aprimoramento em atividades voltadas à educação profissional. Fato este muito incomum na grande maioria dos atletas brasileiros de alto rendimento, principalmente pela falta de tempo que os treinos e competições proporcionam.</p>
<p>A escolha por ser atleta é levada pela paixão, amor, aptidão, disciplina, motivação, engajamento, a busca da perfeição para vencer desafios em uma carreira realmente apaixonante. Porém, cada vez mais curta. Estes fatores e valores são essenciais e de suma importância para um novo momento, quando o atleta se depara com a realidade de não mais competir, sem ter tido tempo de se preparar para uma segunda profissão.</p>
<p>A gestão esportiva no Brasil passa por uma grande transformação motivada pelo crescimento da indústria do esporte, pela necessidade de maior profissionalização. Este é um caminho sem volta, para uma década que representa muito ao Brasil nesse campo – algo que talvez não acontecerá nem no próximo século.</p>
<p>Gestão no mundo corporativo é entender de planejamento estratégico, criar processos, estruturar o marketing, comercializar produtos e serviços, ter controles financeiros e contábeis, saber equilibrar receitas e despesas, entender as questões jurídicas e gerenciar pessoas. Estes fatores, com certeza, não fazem parte da atividade de um atleta.</p>
<p>Buscar novos conhecimentos e habilidades, no momento de transformação de carreira, combinados com valores trazidos na formação como atleta – como o trabalho em equipe, foco no resultado, determinação, respeito, hierarquia e regras –, com certeza contribuem para os desafios de uma nova profissão fora das competições, além de ajudar na formação de novos atletas e encurtar as distâncias da gestão esportiva com a realidade do mundo corporativo.</p>
<p>O Comitê Olímpico Brasileiro é hoje um exemplo do bom aproveitamento de ex-atletas e técnicos que se destacaram por seus resultados olímpicos e pan-americanos e que, posteriormente, se qualificaram para uma segunda profissão. Podemos citar Paulinho Villas Boas, Sebastian Pereira, Agberto Guimarães, e Soraya Carvalho que agora são alguns dos executivos por trás da grande expectativa de resultados do “Time Brasil” nos Jogos Olímpicos Rio 2016.</p>
<p>Fonte: Lance</p>
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		<title>Marketing esportivo vive momento de euforia</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 14:53:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas  no Brasil está contribuindo para o aquecimento do setor de marketing esportivo no País,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A realização da<strong> </strong><strong>Copa do Mundo</strong> e das <strong>Olimpíadas</strong> no Brasil está contribuindo para o aquecimento do setor de <strong>marketing esportivo</strong> no País, com a geração dos negócios em projetos ligados direta ou indiretamente aos dois<strong> </strong><strong>eventos</strong>. É o que afirmam grandes grupos de serviços de <strong>marketing</strong> e comunicação, como Traffic, Havas e ABC, que anunciam a entrada de aportes em projetos de gerenciamento de <strong>arenas esportivas</strong>, abertura de escritórios e consultoria a projetos de <strong>patrocínio </strong>e ativação ligados a esporte e entretenimento.</p>
<p>O <strong>Grupo Traffic</strong>, conglomerado que atua há 30 anos com<strong> </strong><strong>marketing esportivo</strong> e outros negócios, como mídia, direitos de transmissão de campeonatos, gerenciamento de carreiras de jogadores de futebol, está apostando no gerenciamento de arenas esportivas. A divisão, chamada <strong>Traffic Arenas</strong>, foi criada há pouco mais de um ano e tem três projetos em andamento, com Palmeiras, Ponte Preta e Grêmio. “Além do contrato com a WTorre e com o Palmeiras, assinado no ano passado, há um memorando de intenções para gerenciar o estádio do Grêmio com a OAS, e outro, em estudo, em conjunto com a Ponte Preta e a Odebrecht”, afirmou<strong> </strong><strong>Júlio Mariz</strong>, presidente da <strong><em>Traffic Sports</em></strong>. “Os patrocinadores estão direcionados ao futebol, a economia do futebol tem crescido muito, o que gera o interesse na construção de estádios”, completou.</p>
<p>Outro avanço da empresa nessa área se deu com a compra de 60% da <em>Planmusic</em>, no início do ano, para suprir os espaços das arenas com shows internacionais de grande porte. “Todos os nossos projetos de arenas multiuso têm esse perfil, de ter espaço para shows. A negociação de transmissão também pode ocorrer, vamos avaliar caso a caso”, disse. A expectativa é de que a área de entretenimento fature R$ 80 milhões até 2011 e que também traga novos contratos de <strong>patrocínio</strong> e ativação. A <strong><em>Planmusic</em></strong>trouxe ao Brasil shows de artistas como <strong>Beyoncé</strong>, <strong>Rolling Stones </strong>e<strong> </strong><strong>U2</strong>.<br />
<strong><br />
Grupos Internacionais</strong></p>
<p>O grupo francês Havas, sétimo maior conglomerado de comunicação do mundo que opera no País com a agência <strong>Euro RSCG</strong> e com a <em>holding </em>de serviços de<strong> </strong><strong>marketing HVS</strong>, anuncia a chegada da <em>Havas Sports &amp; Entertainment</em>, divisão esportiva que atua em 18 países. A meta é que em três anos a divisão brasileira da rede seja, ao lado do México, uma das cinco de maior faturamento, atrás apenas de França, Espanha e Reino Unido. Entre os clientes globais da rede, estão marcas como <strong>Adidas</strong>,<strong> </strong><strong>Castrol</strong>, Coca-Cola e Hyundai<span style="text-decoration: underline;"> </span>Kia, todas patrocinadoras da <strong>Copa do Mundo</strong>.</p>
<p>“Já sentimos uma certa ansiedade dos anunciantes em saber como aproveitar os dois <strong>eventos esportivos</strong> no Brasil. Todos os grandes anunciantes estão avaliando uma oportunidade de vincular sua marca a esses eventos”, afirma<strong> </strong><strong>Ricardo Reis</strong>, diretor-geral da HVS, controladora da<strong> </strong><strong>Havas Sports</strong> no Brasil, que está em busca de um executivo local para comandar a operação.</p>
<p>A rede foi fundada há 12 anos na França e na Espanha e começou sua expansão mundial em 2003. A abertura da empresa em território nacional foi oficializada recentemente, com a vinda do diretor mundial de Operações da rede, Jérôme de Chaunac. Antes disso, o diretor-geral da operação espanhola Ignacio Iglesias, mapeou o mercado esportivo e de entretenimento brasileiro, visitando empresas que investem fortemente nessas áreas e agências especializadas, além de entrevistar candidatos à posição de diretor-geral da operação esportiva.</p>
<p>Segundo o executivo, a empresa pretende se estabelecer como um dos principais <em>players</em> de consultoria esportiva e entretenimento e de criação de projetos de ativação de marca ligados a <strong>patrocínios</strong>, que pode ser uma <strong>ação promocional</strong> vinculada ao patrocínio de shows e de <strong>eventos esportivos</strong>.</p>
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